* Osmar Baroni
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O Corcel faz parte da minha vida sempre. Quando nasci meu pai tinha um Corcel 71 verde escuro. Tempos depois ele comprou um 70, série especial, daqueles que vinham com os pára-choques parecidos com os do Fusca 66. Era lindo, perfeito, verde-paineira, me lembro bem deste porque ficou alguns anos na família. Foi vendido para um primo porque meu pai inventou de ir morar nos EUA. Aí as coisas acabaram não dando certo por lá e ele queria recomprar o carro quando voltou, mas já era tarde: o filho deste primo simplesmente destruiu o carro num acidente. O próximo foi um 1969 standart, branquinho, “zerado”. A essa altura eu já tinha uns 13 anos e esse acabou sendo o primeiro carro que dirigi. Ele ficou com meu pai por uns 15 anos, depois a crise apertou e precisou ser vendido. Quando me lembro do preço, até hoje me dá vontade de chorar, e o pior é que na época eu também estava “mal das pernas” e por isso não podia ficar com o carro.
Meu primeiro carro, aos 18, foi um Corcel (não podia ser outro). Era um 72, marrom, meio ruim de lata, mas muito bom de máquina. Bom, depois de passada aquela crise que me referi anteriormente, resolvemos (eu e meu pai) tentar reaver o Corcel 69 (o branquinho), foram meses tentando localizá-lo, mas foi
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É aqui que começa a história do meu carro: como desistimos de procurar o Corcel 69 resolvi procurar outro pra restaurar. Vi muitos carros, mas não conseguia encontrar um que me agradasse, até que um dia vi um anúncio na internet que me chamou atenção. Tratava-se de um Corcel 72, verde, quatro portas e com teto de vinil. Tinha aparência de abandonado, amassados no pára-lama, caixa de ar amassada e enferrujada (tinha até um buraco) e diversos pontos de ferrugem, mas estava bem alinhado e completo em detalhes (frisos, estofamento, acabamento interno, rádio, mecânica, etc.). Entrei em contato com o anunciante e combinei de ver o carro, que estava
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O maior trecho que já fiz com o Corcel. Foi quando levei ele pra reforma na cidade onde mora o meu pai. Saímos de Tietê-SP com destino a Santa Fé do Sul-SP às 6:00 h e seriam
Andando a 100-
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Encontro de Antigos de São José do Rio Preto - SP
* Germano Barros
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Belina L 1988/1988 1.6 CHT Álcool 73cv 3 portas 5 passageiros . Adquirida zero KM na crasa em 13/06/1988. Tão logo saída da concessionária, foi levada para a Crasa Shopping Car na Av. Heráclito Graça para ser instalado o engate e sistema de bloqueio da mangueira de combustível no assoalho (quando acionado o veículo roda apenas com o combustível constante na mangueira, parando em seguida), conhecido na época como "corta-combustível". Ambos os acessórios funcionam perfeitamente. Era o carro de uso diário de minha mãe, que trabalhava, deixava os 4 filhos no colégio, além de ser o carro de viagens. Permanecemos com o carro até 1995, quando o mesmo foi adquirido por outro tio, que sempre soube do meu interesse em reaver o carro, até que em 2008, finalmente ela voltou para o primeiro dono, isto é, o filho do primeiro dono, estando atualmente na flor dos seus 208 mil km.
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Logo no início do uso do carro passamos por uma situação complicada. Meu pai mora em um sítio afastado da cidade e na época, sempre íamos passar o fim de semana lá e domingo depois dos trapalhões, a gente voltava para nossa casa
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" A paixão pelo carro, e otimas lembranças, fizeram com que Germano resgatasse o carro e um pouco de sua história"
Todas as informações foram passadas pelos membros e autorizadas para divulgação
Divulgação:Luiz César, membro do clube
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